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NOTICIAS
Estado podia poupar 70% dos 160 milhões gastos com software 17-11-2010
A Associação de Empresas de Software Open Source Portuguesas (ESOP) analisou as compras de aplicações realizadas pelo Estado em 2009 e concluiu que podiam ter sido poupados entre 80 milhões e 112 milhões de euros.A estimativa tem por ponto de partida as contas apresentadas pela Direcção-Geral do Orçamento na Conta Geral do Estado de 2009 .Segundo um comunicado da ESOP, a Administração Central Estado terá gasto 160 milhões de euros na compra de licenças de software durante o ano passado.
A associação empresarial estima que o estado português poderia ter poupado entre 50% e 70% deste montante (de 80 milhões a 112 milhões de euros), caso tivesse optado por aplicações de código aberto (open source), que não impõem o pagamento de licenças nem restringem cópias ou alterações.
A ESOP alega ainda que o software open source tem a vantagem de equilibrar a balança comercial portuguesa, com a redução dos montantes aplicados na importação de software estrangeiro e o consequente investimento em soluções fornecidas por empresas portuguesas.
A associação das empresas open source reitera ainda a disponibilidade para trabalhar com o Estado num plano que permita reduzir os custos de software durante 2011.
Entre os exemplos de sucesso, a ESOP destaca o programa Nederlands in Open Connection, que dá preferência à adoção de software de código aberto em detrimento do software que exige o pagamento de licenças.

 
Empresas de segurança contra Microsoft 16-11-2010
A Panda e a Trend Micro reclamam da inclusão do Microsoft Security Essentials no Windows Update e ponderam apresentar queixa na União Europeia.
A Microsoft passou a disponibilizar a sua solução gratuita de segurança nas atualizações do Windows Update. Esta ferramenta só é proposta a utilizadores que não tenham nenhuma aplicação de segurança instalada.
Juan Santana, da Panda, diz que serão tomadas medidas, especialmente na Europa e a Trend Micro diz que a Microsoft está a distorcer o mercado da segurança, noticia a PC Pro.
Já no passado, a Opera revoltou-se contra a inclusão do Internet Explorer no Windows e conseguiu fazer com que haja uma maior liberdade de escolha do browser.
 

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